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Férias e informação: PIÓDÃO

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COV - Covilha 29.57 km do centro de PIÓDÃO - Aeroporto Regional
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VSE - Viseu 55.49 km do centro de PIÓDÃO - Aeroporto Regional
VRL - Vila Real 116.49 km do centro de PIÓDÃO - Aeroporto Regional
OPO - Francisco Sá Carneiro, Porto 132.82 km do centro de PIÓDÃO - Aeroporto internacional
BGZ - Braga Airport 159.61 km do centro de PIÓDÃO - Aeroporto Regional
CHV - Chaves 169.01 km do centro de PIÓDÃO - Aeroporto Regional
BJZ - Badajoz 172.08 km do centro de PIÓDÃO - Aeroporto internacional
LIS - Portela, Lisboa 197.27 km do centro de PIÓDÃO - Aeroporto internacional

Informações gerais acerca de PIÓDÃO
Piódão é uma freguesia portuguesa do concelho de Arganil, com 36,57 km² de área e 178 habitantes (2011). Densidade: 4,9 hab/km². A freguesia inclui as seguintes aldeias e quintas: Piódão, Malhada Chã, Chãs d'Égua, Tojo, Fórnea, Foz d`Égua, Barreiros, Covita, Torno, Casal Cimeiro e Casal Fundeiro.

A aldeia de Piódão, situa-se numa encosta da Serra do Açor. As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto, tecto coberto com lajes e portas e janelas de madeira pintadas de azul. O aspecto que a luz artificial lhe confere, durante a noite, conjugado pela disposição das casas, fez com que recebesse a denominação de “Aldeia Presépio”. Os habitantes dedicam-se, sobretudo, à agricultura (milho, batata, feijão, vinha), à criação de gado (ovelhas e cabras) e em alguns casos à apicultura.

A flora é em grande parte constituída por castanheiros, oliveiras, pinheiros, urzes e giestas. A fauna compõe-se, sobretudo, de coelhos, lebres, javalis, raposas, doninhas, fuinhas, águias, açores, corvos, gaios, perdizes e pequenos roedores.

Actualmente, a desertificação das zonas do interior afecta praticamente todas as povoações desta freguesia. As populações mais jovens emigraram para o estrangeiro ou para as zonas litorais à procura de melhores condições de vida, regressam às suas origens, sobretudo, durante as épocas festivas para reviver o passado e se reencontrarem com os seus congéneres.
Fonte: wikipedia
Turismo
As suas casas de pedra descem de socalco em socalco ao sabor do monte, oferecendo-se ao olhar incrédulo de quem julga ter encontrado uma povoação encantada em plena Serra do Açor. Assim nos surgiu Piódão, uma das dez Aldeias Históricas de Portugal, que sobreviveu aos rigores de muitos Invernos e Verões da Beira para nos fazer recordar um país quase esquecido.

Piódão, assim, ao anoitecer, parece um presépio – nome por que também é conhecido – ou uma aldeia dos contos de Hans Christian Andersen. Desce em cascata por uma encosta da Serra do Açor e deixa, mesmo na penumbra, entrever uma harmonia na sua malha urbana de fazer inveja a PDMs, tão complexos quanto inúteis. Luzinhas extravasam de janelas pequenas, sem desvendar o encanto das habitações que sabemos serem construídas em xisto, das ruelas muito estreitas feitas na mesma pedra, dos idosos vestidos de negro… E o silêncio, ainda mais cerrado que a noite, apenas reaviva o mistério de tão mágica aparição, que o regresso da manhã cedo irá desvendar, mas não desiludir.

Adiada a incursão pela povoação para o dia seguinte, a caminho da Pousada do Desagravo, em Vila Pouca da Beira, não encontraremos os ursos e os lobos – que aterrorizavam as gentes destes montes há meia dúzia de séculos, no caso dos primeiros, ou há poucas décadas no que toca aos lobos –, nem os salteadores que aqui se refugiavam da justiça, enquanto de passagem deitavam mão à mercadoria dos comerciantes mais incautos (diz-se que um dos assassinos de Inês de Castro, o único a sobreviver à fúria de D. Pedro, terá vivido por estas bandas).

Apenas nos fazem companhia a Lua, quase cheia, umas poucas estrelas e a memória de histórias contadas por José Fontinha Pereira, um filho da terra, no seu livro “Piódão: Aldeia Histórica, Presépio da Beira Serra” – um feliz relato de episódios das vidas de pastores, agricultores, mineiros, apicultores e criadores de cavalos que, na impossibilidade de sustentarem as suas famílias numerosas, a partir do século XX, foram abandonando Piódão (resta cerca de uma centena de habitantes, quase todos idosos), mas nos legaram um património histórico admirável, tanto a nível monumental como etnográfico, que iremos explorar.

Presentes da natureza
Qualquer que seja a altura do ano, qualquer que seja o caminho tomado (diz-se que todos vão dar ao Piódão, tal como a Roma, dada a profusão de estradinhas que desembocam na sede de freguesia de Arganil), a natureza não pára de surpreender com as suas cores improváveis, num mundo vestido a cinza de betão. O branco da neve e a transparência das cascatas que escorrem dos socalcos íngremes da serra no Inverno dão lugar, na Primavera, ao lilás das urzes e ao amarelo das giestas e das carquejas. Já no Verão, impressionam as cerejeiras carregadas de vermelho e, na estação seguinte, os medronheiros vestidos da mesma cor, enquanto os castanheiros preferem, na altura, os tons de mel.

A aldeia de Piódão, classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1978 e integrada no Programa de Recuperação das Aldeias Históricas de Portugal, em 1994, é que parece imutável (apesar de algumas habitações terem sido rebocadas antes de 1978). Aliás, a arquitectura singular das suas pequenas moradias confere-lhe um ambiente algo anacrónico, mas sem dúvida nostálgico, que a falta de precisão quanto à data em que se terão para aí deslocado os primeiros habitantes apenas vem reforçar (sabe--se que até finais de 1400 terá pertencido à freguesia de Lourosa e que entre 1635 e 1676 esteve integrada na freguesia da Aldeia das Dez).

A disposição das casas numa encosta abrigada é típica de um povoamento medieval irregular de montanha, que certamente cresceu à medida que a população ia aumentando. Actualmente, a povoação consiste num amontoado de casas de xisto semelhantes entre si (parecem ter sido todas construídas de uma só vez), que se espraia pelo morro em forma de altar ou anfiteatro, com todas as suas ruelas empedradas em xisto ou talhadas na rocha. Pelo meio passa uma levada, onde a água corre por força da gravidade.

A exploração deste lugar é nada mais nada menos que uma aula sobre os modos de vida de outros tempos, já que a maioria das casas guarda a estrutura de antigamente. São compostas por dois pisos, sendo o térreo destinado à arrecadação das alfaias agrícolas, arcas dos cereais e salgadeiras, onde se guardava e conservava a carne de porco. No primeiro piso encontramos a habitação propriamente dita, bastante escura e parca de mobiliário.

O interior é construído em madeira de castanho e o telhado suspenso em barrotes cobertos por xisto (o material predominante na região).

A homogeneidade da cor com que as portas e os frisos das janelas foram pintadas, azul magrebino, é mais uma consequência do isolamento a que o Piódão esteve sujeito – era a única tinta existente na loja. Por cima de muitas das portas existem ainda pequenas cruzes que, acredita-se, afastam as trovoadas. No Domingo de Ramos os fiéis levam um ramo de oliveira para benzer e, nas noites de tempestade, fazem com ele uma cruz que colocam em cima das brasas da lareira ou da entrada de casa, invocando, deste modo, a protecção de Santa Bárbara.

Podemos afirmar que o maior monumento de Piódão é a aldeia no seu todo, mas a Igreja Matriz (século XVII), dedicada a N. Sr.ª da Conceição, é um edifício interessantíssimo que testemunha a religiosidade dos habitantes. Pensa--se que, no local onde está actualmente edificada, teria existido uma pequena capela, da qual resta uma imagem calcária de N. Sr.ª da Conceição, colocada no exterior da actual igreja. Esta última sofreu várias obras de beneficiação, uma vez que os retábulos interiores datam do século XVIII e as obras de talha são da transição do século XIX para o XX, altura em que foi ampliada e remodelada e a sua frontaria construída e planeada pelo Cónego Nogueira. Ameaçava ruir e o restauro foi feito ao sabor do neo-barroco, ecléctico e romântico, muito comum na época.

Gentes de outras épocas
A aldeia que agora chamamos de Piódão não é, na verdade, a povoação original. Houve, em tempos, num vale muito próximo, um outro Casal de Piodam (“a gente ou o povo que anda a pé”), actualmente reduzido a ruínas envoltas num denso matagal. Embora não se saiba muito bem que motivos levaram essa povoação ao abandono, pensa-se que, devido ao calor, sofria com as investidas das formigas que devoravam o mel, uma das suas principais riquezas e, por outro lado, não dispunha de água suficiente para cobrir as necessidades de uma população em expansão. Por outro lado, é provável o desejo de diversificação da produção de cereais e que os habitantes do velho Piódão se tivessem dispersado pelo vale, dando origem a novos focos populacionais.

De qualquer modo, as duas aldeias partilham uma história muito mais antiga: os habitantes de ambas descendem dos Lusitanos, os mais antigos povoadores dos Montes Hermínios que se tem conhecimento (compostos por um povo oriundo do Norte de África, com características comuns aos berberes, e por outro que se movimentou a partir da zona Setentrional dos Alpes, os celtas, dos quais se terão herdado as actividades relacionadas com a pastorícia e o cultivo dos cereais, nomeadamente da cevada).

Ao longo dos tempos, as populações foram criando condições para a subsistência, conquistando à serra com suor cada pequena leira, cultivada em socalcos. E assim viveram durante séculos do mel, azeite, queijo, centeio e milho a que, já mais recentemente, agregaram a exploração do carvão e das minas de volfrâmio. Curavam as maleitas com responsos e mezinhas e quebravam o isolamento com grandes caminhadas (são deliciosas as histórias, por exemplo, das “galinheiras”, mulheres que calcorreavam caminhitos até à Covilhã, de cesta à cabeça, em dias de neve ou calor abrasador, recolhendo ovos pelos montes que depois vendiam na cidade maior).

Só que as dificuldades deixaram um dia de fazer sentido, perante o estilo de vida das grandes cidades e, a partir de meados do século XX, a maioria emigrou para outros países ou para o litoral. Repare-se que a estrada de Piódão só foi construída em 1972 e a instalação de energia eléctrica, meia dúzia de anos depois. Demasiado tarde para fixar as gentes de Piódão à sua terra, agora ressuscitada, graças ao número crescente de visitantes (sobretudo portugueses e espanhóis) que viajam, através desta aldeia remota, pela história de um Portugal quase esquecido.

Passeios de encantar
Nas imediações de Piódão, integrado na Paisagem Protegida da Serra do Açor, existe um local de visita obrigatória, dada a sua beleza natural: a Mata da Margaraça. Constitui um raro testemunho da vegetação espontânea da paisagem serrana, uma importante reserva genética de vegetação e animais selvagens e exibe uma vitalidade e riqueza em nada comparável às monótonas plantações de pinheiros ou de eucaliptos.

Sugerimos, por isso, que dê um passeio a pé, para encontrar quedas de água, degraus talhados na rocha que sobem ao longo da levada da água ou as raras casas agora reconstruídas, como a Casa da Eira, mobilada como em tempos idos. Passear pelo bosque irá revelar-lhe um sem número de carvalhos e castanheiros, cerejeiras bravas e azevinhos, avelaneiras ou mesmo loureiros, e muitos outros arbustos como o medronheiro que, de tão antigo se fez árvore. Na mata ouvem-se os cucos, as rolas e as gralhas pretas ou as corujas, e entre os tufos de martagão, descobrem-se por vezes vestígios de doninhas e raposas, de genetas ou de javalis. O açor, a ave que dá nome à Serra, ainda paira nos céus, ao lado do gavião ou da águia de asa redonda, pacientemente esperando alguma cria incauta que lhes sirva de repasto.


Cruzes feitas de ramos de oliveira e benzidas no Domingo de Ramos, que os fiéis colocam à entrada de casa, invocando a protecção de Santa Bárbara, nos dias de trovoada
Fraga da Pena é como que a sala de visitas da Mata da Margaraça – local paradisíaco onde o murmurinho das águas, que caem em cascata de uma altura de setenta metros pela parede de xisto, e o respirar das folhas verdes da frondosa vegetação faz coro com o chilrear da passarada que habita este espaço delicioso. Aqui e acolá a vegetação adensa-se e, nessa altura, surgem pequenas lagoas entre bancos e mesas rústicas que convidam ao piquenique.
Fonte: rotas & destinos
Gastronomia
O alcatrão trouxe os turistas e levou as pessoas, os mais jovens. Ficaram os mais velhos que vão cultivando a terra, produzindo vinho que os aquece nas longas noites de Inverno, castanha para a típica sopa de castanha pilada e vários cereais. O vale abundante de água é terra fértil. Também característica é a aguardente de medronho, bem como a de mel.
Fonte: viagenstravel
Clima
Em Piódão, o clima é quente e temperado. Em Piódão existe muito mais pluviosidade no inverno do que no verão. De acordo com a Köppen e Geiger a classificação do clima é Csb. A temperatura média anual em Piódão é 12.4 °C. Tem uma pluviosidade média anual de 1292 mm.
Fonte: pt.climate-data
Fonte:


 

 

3 locais a visitar e onde ir em: PIÓDÃO e num raio de 25 Km
Piódão - Informação Geral
Piódão
Zona Balnear de Agroal
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Serra da Estrela
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3 Restaurantes Onde Comer em: PIÓDÃO e num raio de 15 Km
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Restaurante Pedras Lavradas
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Restaurante O Passadiço de Avô
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1 serviços de apoio ao turismo em: PIÓDÃO e num raio de 15 Km
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Oliveira do Hospital

 

 

2 Onde Comprar em: PIÓDÃO e num raio de 25 Km
Lidl Arganil
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1 Clubes e Campos de Golfe em: PIÓDÃO e num raio de 50 Km
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Piódão Coimbra
2012-03-26


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